"Este blog é destinado a todas as pessoas que apreciam o delicioso tema de incesto entre mãe e filho."
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segunda-feira, 7 de janeiro de 2013

Inesperado! Comi minha tia idosa.

Neste fim de ano aconteceu algo inimaginável. Como em outros anos a casa estava cheia para os festejos de fim de ano. E neste ano que passou uma tia minha ficou hospedada em casa. Ela ficaria uns 3 dias ao todo, entre o final e o início do ano. 
Tia Cylmara é uma senhora de olhar forte. Divorciada há muitos anos, nunca mais teve outro marido. Mas é uma mulher de 67 anos, ainda que tenha digamos um corpo de formas suaves. Ou seja ela não é obesa.
Um dia depois do réveillon eu estava de madrugada no micro navegando pela internet. O quarto em que ela dormia ficava no final do corredor, de maneira que quando ela precisou usar o banheiro eu a vi andando pelo corredor e para minha supresa ela estava só de short e uma parte de cima de seu pijama. E ela tinha um corpo até que desejável. Foi quando me deu um estalo e acabei ficando de pau duro, rsrsrs.
Assim que ela saiu do banheiro, eu fui em sua direção e perguntei se ela queria um copo d'água ou alguma coisa. Ela imediatamente percebeu que eu estava de pau duro, mas ao invés de disfarçar ou desviar o olhar, olhou mais demoradamente na direção do shorte e depois me olhou nos olhos. Não sei como explicar, mas a verdade é que de repente eu me vi junto dela dentro do quarto em que ela estava hospedada. Eu de pau duro e ela de pijama curto. Que coisa!
Meio sem saber o que fazer, em silêncio comecei a abraçá-la ainda em pé. Ela logo sentiu o volume de meu pau encostando na direção da xana dela. Ela apertava ainda pra fora do shorte pra sentir a grossura, mas logo foi enfiando a mão dentro do shorte pra sentir o pau pulsando de tesão. 
Cara, depois de algum tempo, comecei a despi-la. Tínhamos que ficar em silêncio ou no máximo sussurrar palavras para que ninguém da casa ouvisse. Depois de deixá-la totalmente nua e deitá-la na cama, passei a chupar aquele grelo que há muito não sentia o prazer do sexo. Mas ela não resistiu e pediu também para chupar meu pau. Nossa, como ela chupava gostoso minha pica. Parecia estar matando a saudade depois de sei lá quantos anos sem brincar com uma rola, rsrs.
Depois de um tempo, já com meu pau bem molhado, fui me aproximando e ficando em cima dela na cama. Ela foi se ajeitando e ficando na posição de papai mamãe com as pernas bem dobradas. Cara, fui encostando a cabeça latejante do meu pau na direção daquela buceta sedenta. Fui colocando aos poucos e para minha surpresa ela estav até que bem apertadinha. Talvez muito tempo sem foder.
Fui entrando bem devagarinho, sentindo aquela xana aconchegante receber meu pau. 
Ela começou a sussurar em meu ouvido bem baixinho: "Meu filhão...meu filho safado come a titia bem gostoso come...". Cara fiquei alucinado ao ouvir aquilo, Fui acelerando os movimentos e metendo rola na minha tia idosa. Ela foi ficando cada vez com mais tesão até eu sentir que ela gozou com meu pau dentro dela. Eu sem aguentar mais segurar também gozei muito leite dentro dela.Nunca imaginei que uma mulher desta idade (67 anos!) poderia ainda ter orgasmo.
Mesmo sendo no mieo da madrugada, com receio que alguém percebesse algum ruído diferente, tratei de sair daquele quarto. Voltei pro micro e depois fui dormir.
Essa minha tia mora no interior, mas agora acho que terei que visitá-la em sua casa. Afinal, ela mora sozinha, rsrs.

segunda-feira, 31 de dezembro de 2012

Sensacional!!!

Ontem comi uma tia minha de 67 anos de idade. Um presentão de fim de ano! Uma delícia de experiência que depois vou relatar detalhadamente aqui. AGUARDEM!

domingo, 1 de abril de 2012

Eu, meu filho e o seu amigo...


















Por Vera


Eu e meu filho Marcos mantínhamos um caso secreto há algum tempo...ninguém sabia disso...na frente dos outros, éramos como mãe e filho...mas dentro de quatro paredes...éramos marido e mulher...e mesmo com a pouca idade dele...tinha o dom de me fazer gozar feito uma loba no cio como nenhum outro homem jamais conseguiu...
Certo dia, depois de uma manhã complicadíssima no trabalho, resolvi ir para casa mais cedo...e só pensar nos problemas no dia seguinte...eu estava muito tensa...precisando relaxar...e como eu sabia que Marquinhos estaria em casa...com certeza estar ao lado dele seria muito mais "interessante"...
Cheguei em casa...sem fazer barulho...queria fazer uma surpresa pra ele...só que quanto mais eu me aproximava do quarto...mais eu ouvia perfeitamente o som que vinha de lá...eram gemidos...de prazer...
E na hora...uma dor tomou conta de mim...pensei comigo: "Meu Deus, não pode ser ! Ele está me traindo !!! Quem será a vagabunda que está com ele ?!?!"...
Mas algo me confundia cada vez mais...eu não ouvia gemidos de voz feminina...apenas de vozes masculinas...
Minha curiosidade aumentava cada vez mais...e quando me aproximei...vi que a porta estava entreaberta...
E a cena era a seguinte...o Marquinhos e o Henrique (um amigo dele), um em cada extremo da cama...os dois nus...batendo punheta...fiquei observando um tempo...até que começou um diálogo entre eles...
  • E aí Marcos, fala mais, sua mãe é peluda ?
  • É sim, muito, na buceta e no cuzinho....cheio de pelinhos, cara...uma delícia...
  • E o cheiro dela...?
  • O cheiro é uma maravilha...eu adoro enfiar minha cara naquele bucetão...e me lambuzar...
  • E ela dá o cuzinho pra vc ????
  • Claro que sim...e adora !!!
  • Como que ela fica pra vc ???
  • Fica de quatro ou então sentada, cavalgando no meu pau...aaahhhh...é muito bom....!!
  • E ela te chama de meu filho quando está dando pra vc ???
  • Chama sim...ela diz: "vem meu filhão safado...mete esse pau gostoso na mamãe!
  • Ai meu Deus, como eu queria ter uma mãe assim, que me fizesse TUDO na prática !!!
  • E vc tem que ver como ela me chupa...ela engole minha rola e chupa tão gostoso meu saco...
  • Fala mais !!! Fala mais !!! Estou quase gozando..........
Eles falavam de mim...e isso me deu muito tesão...senti minha bucetinha pulsando de tesão...que cena linda !! Os dois batendo uma deliciosa punheta pensando em mim...foi aí que resolvi entrar na brincadeira...e entrei no quarto...ele é claro levaram o maior susto...(risos)
  • Mãe ?!?!
  • O que foi filho ???
  • O que vc está fazendo aqui ???
  • Resolvi voltar mais cedo...e quando cheguei tive uma surpresa maravilhosa !!! Eu não imaginava que o Henrique sabia do nosso caso...
  • Pois é mãe, eu contei...sei que posso confiar nele...
Nessa hora...me virei para o Henrique...ele estava todo encolhido...escondendo o corpo...principalmente o pau...(detalhe que prestei muita atenção...era uma delícia)...
  • Desculpa...mas o Marcos me conta tudo de um jeito...que eu fiquei maluco !!!
  • Tudo bem Henrique...eu entendo...mas me diga uma coisa...vc já comeu uma mãe na frente do filho ? 
  • A senhora vai rir de mim...mas ainda sou virgem nesse aspecto...rsrs
  • Que gracinha...então imagino que o fogo que tem aí dentro está a ponto de explodir não é mesmo...
Ele apenas riu sem graça pra mim...e abaixou os olhos...olhei para o Marcos...como que passando pra ele através do olhar o que veio na minha cabeça...e ele me entendeu perfeitamente...me respondendo com um sorriso...
Fui chegando mais perto deles...tirando minha roupa...me deitando na cama...fazendo movimentos bem lentos...comecei a me contorcer....provocar....me exibir.....abria minhas pernas....passava meus dedos na minha buceta...abrindo os lábios...mostrando meus lugares mais íntimos para ele....(o Marcos nessa hora se afastou um pouco...sentando numa cadeira...demonstrando que queria apenas observar...)...levei meus dedos lambuzados até a boca...sentindo meu gosto...me enroscava no travesseiro...virava de costas...ficava de quatro...mostrando como eu sabia piscar o cuzinho....virei a cabeça para trás...para ver a expressão de Henrique...ele estava mal conseguindo respirar...e segurava o pau...como que para impedir o gozo...voltei a deitar de costas...comecei a passar meus pezinhos no rosto dele...descendo...passando no peito...na barriga...até chegar no pau...
Comecei a esfregar os dois pés naquela rola que estava mais dura que uma rocha...descia um pouco mais...passando pelo saco...........
Sempre olhando bem nos olhos...com a maior cara de safada que um homem pode ver e desejar....
Ele desesperado...quase sem conseguir falar...pulou em cima de mim...tentando me devorar....
  • Calma meu safado...vamos com calma...pq a pressa, rsrs ???
Deitei-o na cama...e comecei a fazer com minha boca e língua...o mesmo caminho antes percorrido com meus pés....segurei o pau com firmeza....olhei bem nos olhos dele...e comecei a lamber...sugar...descia mais...passando pelo saco...chupando...querendo engolir tudo...
Ele gemia de tesão...e isso me deixava cada vez mais louca...principalmente tb em saber que meu filho olhava tudo...e batia uma deliciosa punheta enquanto assistia....
  • Vai mãe, ensina tudo pra ele, mostra pra ele como vc faz comigo....
  • Pode deixar, meu filho, vou ser uma ótima professora....
Vendo que a situação estava por um fio...fui me "aconchegando"...sentando....bem devagar naquela pica grossa e rígida....pude ver o prazer sentido por ele naquele momento...abaixei cada vez mais meu corpo...enterrando até o fim...minha bucetinha escorria o líquido mais quente possível...
  • Aaahhhh que delícia .......essa tua mamãe é mesmo muito gostosa...........
  • Eu disse pra vc que era...
Comecei a movimentar meu quadril...pra cima e pra baixo....de um lado para o outro...rebolando gostoso...acelerando os movimentos....deixando o menino maluco.....
Eu fodia com safadeza...e isso eu sabia fazer muito bem...e sem demorar quase nada....senti que ele não agüentava mais segurar...
  • Vou gozar, não posso mais segurar...........
  • Vem gostoso, goza em mim, vem , me dá esse leite delicioso......
Senti o jato forte me queimando por dentro...saiu muita porra.....era quente e grossa....uma delicia...
Olhei satisfeita pra ele...tinha adorado servir aquele amigo do meu filho...e quando eu já ia me levantando pra sair do quarto...ele me puxou...demonstrando que queria mais...o Marcos me sorriu...com a maior cara de safado e disse:
  • Mas mãe, o principal ele não conheceu.....
Só aí entendi....ele queria meu cuzinho...e como q dominado pelo desejo...me fez ficar de quatro na cama...e começou a esfregar a cabeça do pau no meu cuzinho...
  • Eu não posso sair daqui sem conhecer o que o Marcos mais fala...desse cuzinho maravilhoso que a senhora tem...
E como eu estava adorando tudo aquilo, decidi continuar....abri bem minha bundinha.... e num só impulso, colocou o pau ainda lambuzado de porra no meu anelzinho....e começou a me foder gostoso... desesperado...me segurando com firmeza pelo quadril....
  • Ae Marcão, que cuzinho maravilhoso tem a tua mãe !!!!
  • Eu te disse, é uma delícia, aproveita e fode gostoso...mete nesse cuzinho safado que adora levar uma rola bem cabeçuda...
Meu corpo suava...estava delicioso....ele me falava muita sacanagem...e o Marquinhos ajudava...eu sentia me gozo chegando....
  • Ahhh, que macho safado, que sabe foder direitinho. Fode assim, fode...goza no meu cuzinho....vem...
Olhei pro Marcos...ele tb estava a ponto de gozar....e veio bem perto....pra gozar na minha cara....
  • Cuzinho gostoso...apertadinho...q me morde o pau....ahhh...vou gozar......
  • Goza...goza gostoso....goza no meu cuzinho..... Você tb (eu disse pro Marcos) goza na cara da mamãe ....quero sentir o gosto da tua porra....vem.......
E foi assim...gozamos os três...feito loucos...o Marquinhos me jogando porra na cara....o Henrique no meu cuzinho....e sentindo as mordidas do meu cuzinho enquanto eu gozava......
Foi maravilhoso...caímos os três na cama.....e adormecemos...eu, no meio dos meus dois meninos....

domingo, 7 de agosto de 2011

Desejos de mãe e filho (extraído de um site de incesto)



Este fato que vou relatar aconteceu quando eu e minha mãe fomos morar sozinhos numa cidade do interior. Aconteceu que a empresa em que trabalho abriu uma firma na referida cidade e eu fui indicado para assumir uma das vagas. Como não sou casado, e não desejando morar sozinho, convidei minha mãe para morar comigo. Alugamos uma casa simples, que tem sala, um quarto com suíte, um banheiro nos fundos, no quintal, cozinha com sala de estar no mesmo cômodo e um pequeno jardim que ganhou vida nova quando mamãe passou a cuidar da terra e plantar flores e pequenas mudas de árvores. Porém uma casa muito aconchegante. Como estávamos só nós dois, mamãe andava pela casa bem à vontade, principalmente quando fazia calor. Não raro ela passeava só de calcinha pela casa, sem imaginar o tesão que despertava em mim. Apesar de ser maior de cinqüenta, ela tem um corpo bonito e um rosto jovial, seios médios e firmes, coxas grossas, cintura violão e uma bunda enorme. À noite, depois que ela dormia, eu levantava seu lençol para vê-la seminua e bater uma bronha olhando para seu corpo. Como ela tinha sono pesado, eu podia até passar a mão de leve naquela pele macia. A verdade era que eu estava doido para possuí-la. Por isso, também comecei a andar pela casa só de cueca, para que ela percebesse como eu ficava excitado ao vê-la com pouca roupa. Assim, enquanto ela andava só de calcinha pela casa, eu andava só de cueca e não procurava disfarçar o volume que se formava sob a cueca. Claro que a minha intenção era que ela percebesse minha excitação. E ela passou a notar como eu ficava de pau duro. Mas não falava nada. Eu chegava a por o pau pra fora e bater punheta olhando para sua bunda. Aí qnando ela se virava de frente para mim eu escondia a rola dentro da cueca mais uma vez. Porém algumas vezes ela percebia o lance e até me provocava rebolando pra mim aquele bundão. Pronto, estava criado um clima exibicionismo mútuo. Ela me convidava para vê-la experimentar roupas íntimas Um dia eu entrei no se quarto e a peguei dormindo nua, deitada de bruços com aquele bundão pra cima. Fiquei em pé ao seu lado, pus o pau para fora e comecei a punhetar. Não agüentando de tesão, cheguei mais perto e encostei a cabeça da pica em ser rego, no que ela se mexeu e olhou para trás. Fiquei paralisado com o pau na mão. - Continue disse ela com olhar sacana continue punhetando. Ao dizer isso, mamãe começou a fazer poses provocativas, estimulando meu tesão. - Gosta da minha bunda? Bate punheta olhando pra ela, bate, disse ela. - Posso passar a mão? perguntei. - Claro que pode. respondeu ela. Com uma mão punhetava e com a outra apalpava aquele monumento de bunda. Bati com a pica em sua bunda. Mamãe se virou de frente, afastou a perna, e passou a exibir-me sua xoxota maravilhosa. - Olha só que buceta rosadinha que a mamãe tem. Bate uma pra ela, bate. Cheguei mais perto. Mamãe beliscava os seios e mordia os lábios. Não agüentando mais, gozei em cima dela, sobre seus seios e rosto. - Isso, goza na mamãe, vai, goza na minha boca. Levei o pau até sua boca, no que ela abocanhou prontamente, recebendo alguns jatos de porra em sua garganta. Depois lambeu tudinho e continuou chupando até deixar meu pau limpinho. - Filho, de agora em diante vou ser sua fêmea, esse vai ser o nosso segredinho. Desse dia em diante, eu e mamãe nos tornamos amantes e transamos quase todo dia. Mas essa história fica para a próxima.

domingo, 26 de junho de 2011

Filhinho da mamãe - enviado por Cláudia


Era uma tarde de outono...eu estava sozinha em casa...já estava me acostumando com a solidão...meu casamento tinha acabado já fazia alguns anos...e nunca mais tive ninguém...ouvi alguém bater na porta...arrancando-me de meus pensamentos...ao abrir tive uma surpresa...era meu filho...eu não o via há mais de 5 anos...ele já estava com 18 anos...era um homem..."Meu Deus, como meu filho está bonito !" pensei eu...nos abraçamos, choramos, rimos, ...conversamos por horas...já perto do anoitecer, estávamos sentados na sala...eu perguntei como ele ia de "namoro"...percebi na hora, que por ser um garoto muito tímido ele ainda era virgem...e por incrível que pareça isso me excitou...eu olhava pra ele e ele intimidado abaixava os olhos...era um desperdício ver um homem assim tão gostosinho e virgem...eu tinha que fazer alguma coisa...foi aí que arrisquei...falei sem pensar: "E você não sente tesão? Não tem vontade de conhecer o corpo de uma mulher ?"...ele corado me respondeu: "Claro que sim ! Mas ainda não encontrei a mulher certa, eu queria uma mulher madura e experiente pra me ensinar tudo que eu preciso aprender."...eu, como já estava molhadíssima com aquela situação arrisquei: "E se eu te ensinar?"...ele arregalou os olhos assustado...mas não disse nada...eu o peguei pelas mãos e o levei para o meu quarto...para a minha cama...pedi que ele se deitasse...eu estava usando um vestido vinho e uma calcinha preta por baixo...lentamente fui tirando o vestido, minha calcinha...ele me devorava com os olhos...me aproximei dele e ajudei-o a tirar a roupa...na hora pensei: "Nossa, realmente ele cresceu, ficou com uma rola enorme, do jeito que eu gosto !"...comecei beijando o corpo dele todo...seguido de lambidas...mordidas de leve...quando peguei no seu pau, segurando firme olhei para ele e disse " Que delícia filhinho, como você cresceu, ficou do jeitinho que a mamãe gosta." Comecei a colocar o pau dele na minha boca...chupando bem gostoso...ele gemia e se contorcia de tesão...sussurrando: "Que delícia mamãe!"...perguntei se ele queria também..."Quer lamber a mamãe também anjinho? Vem cá e passa a tua linguinha na buceta da mamãe...toma todo o meu melzinho."...ele trêmulo de prazer começou a me lamber...como se quisesse matar a sua sede com meu mel..."Que gostoso mamãe !"..."Agora mamãe quer sentir a rola do filhinho, dentro da mamãe. Vem cá que a mamãe te ajuda a colocar."...eu deitada com as pernas abertas...ele se deitando sobre meu corpo...segurei a rola quente e dura do meu filho e ajudando-o a colocar dentro da minha buceta..."Assim mamãe?"..."Isso filhinho, põe essa rola dentro da mamãe...mete tudo...você vai ver como é gostoso!"...ele gemendo de tesão colocou tudo...lá no fundo...ahhhh, como é gostoso esse meu filho..."Isso meu anjo, agora vai tirando e pondo, devagarinho no começo e com força depois que a mamãe quer gozar gostoso..."...ele ia me socando gostoso...cada vez mais rápido e dizendo: "Que delícia mamãe, como tua buceta é quentinha!"..."É só pra você meu filhinho, mete tua rola gostoso...isso...assim...não para que mamãe tá gozando....ahhhhhhh....!"...gozei como nunca...era maravilhosos sentir meu filho dentro de mim....mas eu queria mais...não queria parar...e ele também não..." Agora mamãe quer dar o cuzinho pro filhinho. Filhinho põe no cuzinho da mamãe?"...ele me olhando com safadeza perguntou: "Mamãe já deu o cuzinho antes?"...respondi: "Claro que não filhinho, eu estava esperando você pra isso. Quero que você alargue meu cuzinho."..."Então me dá mamãe, abre esse cu gostoso que eu vou meter minha rola nele !"...eu fiquei de quatro pra ele...colei meu rosto no travesseiro e deixei meu cuzinho bem pra cima, bem abertinho..."Vem filhinho, mete tua rola aqui, molha no meu melzinho e põe teu pau no meu cu!"...com certa dificuldade...ele foi forçando, empurrando, metendo gostoso...eu gritava de dor e tesão...mas pedia mais...."Mais filhinho, põe mais, mete tudo, arrebenta o cu da mamãe!"..."Humm, tá difícil, o cuzinho da mamãe é muito apertadinho, vou ter que colocar com força."..."Então faz, põe toda a tua força e mete tudo de uma vez só !"...ele num único impulso...meteu tudo de uma vez...dei um grito na hora...mas depois ficou gostoso...o pau dele estava muito duro dentro de mim..."Que cuzinho apertadinho mamãe...tá me mordendo tão gostoso !"..."Agora tira e põe com força, como você fez na minha buceta."...eu abria minha bunda com as mãos...para que ele visse a rola entrando e saindo...estávamos alucinados de tanto prazer...corpos suados...quentes....ele me socava com tanta força e tanta perfeição que nem parecia a primeira vez...eu senti vontade de gozar, mas queria que o meu gozo fosse juntinho com o dele...e quando percebi que ele ia gozar, eu disse pra ele: "Isso filhinho, goza gostoso, enche o cuzinho da mamãe de porra, me dá todo o seu leitinho." ..."ahhhhh...que cuzinho gostoso mamãe !!!"..."Isso filhinho....assim...isso meu anjinho...!"
gozamos feito loucos...eu sentia sua porra me queimando por dentro....jorrando lá no fundo...foi maravilhosos...quando nos acalmamos...decidimos continuar...porque ainda tínhamos fogo...afinal era a primeira vez dele e eu estava há anos sem sexo...e fazemos de tudo, até hoje... 

(Você mulher que possui fantasias ou já praticou incesto com seu filho, se quiser mande seu conto que terei prazer em publicar. Beijos do Filhão)

domingo, 28 de novembro de 2010

Incestuosa (extraído de um site de contos reais)



Meu nome é Vera, tenho 38 anos… fui mãe muito cedo, no auge dos meus 18 anos já trocava as baladas com amigas pra cuidar do Marcelo, que hj tem 22 anos. Como fui mãe solteira sempre tive uma relação de muita afinidade com meu filho, ele nunca teve segredos pra mim e eu lhe contava quase tudo que podia, exceto quando eram assuntos ligados a homens… Acerca de 1 ano atrás, ele veio pedir minha opinião sobre uma garota de quem ele estava gostando, dizia ele que não sabia o que fazer pra conquistá-la e que ela nunca dava bola a ele. Perguntei se ela valia tanto à pena assim, a ponto de vê-lo quase se ajoelhar a seus pés, e ele entao disse:
"Sim mãe, vale sim. Ela me lembra muito uma foto de quando a senhora era nova. Linda!"
Continuamos a conversa por longas hora e aquela observação dele não me saía da cabeça…meu filho me achando linda???!!!! Não que eu nao seja bem feita de corpo e não me arrume. Tenho 1,62cm e 68kg, seios firmes devido a uma prótese de silicone, bunda carnuda, coxas grossas, cabelos castanhos quase puxando pro ruivo. Mas o que me deixou perturbada foi ele se sentiu atraído por uma menina que lembrava a mim.
Passei um bom tempo pensando nessa história. E na minha mente sempre vinham pensamentos eróticos sobre o assunto, já que meu filho ostentava um corpo perfeito,uma delicia de homem. Mas era meu filho. Tentava de todas as formas conter um sentimento estranho que começava a crescer descontroladamente. Até que um dia ele chegou em casa radiante, dizendo que depois de um banho conversaria comigo. Fui para sala e ele chegando disse: "Tenho uma coisa pra lhe contar mas estou meio sem graça..." Conta filho, eu disse. "Lembra daquela menina, mãe? Nós transamos ontem."
Nunca tinha sentido aquilo antes: uma mistura de ciúme e alegria, feliz por ver meu menino crescer e odiando perdê-lo…
Sem dizer muita coisa disfarcei e subi ao meu quarto. Tirei a roupa, pois tenho mania de dormir só de calcinha, apaguei as luzes, e deitei. Na minha cabeça rodava e mil pensamentos me deixavam ainda mais assustada e confusa. O que eu estava sentindo?
Sem que eu percebesse, o Marcelo entra no quarto pra saber pq eu tinha subido tão cedo e se depara comigo deitada de barriga pra baixo com uma calcinha de renda bem confortável e sem nada na parte de cima. 
Ele então meio sem graça começou a pedir desculpas. E disse: " Mãe, não sabia que a senhora estava…
"Não se preocupe meu filho, não tem nada aqui que vc não tenha visto."
" E me diga, como foi sua primeira vez?", perguntei eu tentando parecer interessada.
"Não foi minha primeira vez, mãe."
"Não??", disse meio atônita…
"Claro que não. Já fiquei com outras amigas também."
Ao dizer isso, notei que ele não tirava os olhos de minha calcinha colada na bunda, e num surto de loucura comecei a provocá-lo com perguntas ainda mais íntimas.
"Mas esta que parecia comigo era boa de cama?", arrisquei. 
"Que é isso, mãe..."
"Que é isso nada, quando tinha aquela idade eu era um vulcão na cama. Agora que tô mais devagar."
"Nada disso a senhora ainda esta linda...", disse ele me olhando de cima em baixo.
Nessa hora senti minha buceta ficar toda molhada, como há muito não sentia e notei que meu filho já estava com um certo volume debaixo do short de dormir.
" O que é isso?", perguntei apontando pro short.
"O que?", ele responder.
"Isso enorme aí no seu short. Como tá grande e animado.", disse sorrindo.
"Está com tesão em sua mãe, seu safado?"
"Não mãe, que é isso…desculpe…"
"Poxa!", disse eu. "Então não sou atraente?"
"Quando disse isso me levantei e parei na frente dele só de calcinha. Ele assustado não sabia o que fazer. 
"Fica calmo e deixa sua mamãe brincar um poquinho com você também.", disse já muito tesuda.
No início ele ficou meio travado, mas enquanto eu alisava suas pernas e descia o short, sua pica parecia que ia explodir de tão dura; tratei de abocanhá-la de vez e chupei gostoso até ele quase gozar. Depois pedi toda dengosa, "Vem xupar a buceta da mamae vem meu bb!!"
Enquanto ele chupava minha buceta eu tocava uma punheta deliciosa na sua pica, num 69 absurdamente prazeroso. Então fiquei de quatro e pedi pra ele me fudesse com força, feito uma puta no cio.
"Assim que você quer, sua safada? Então toma minha pica, toma…"
E assim ele encheu minha xota de leite até escorrer pelas minhas coxas. E assim nos tornamos amantes esporádicos. 
Ele tem suas namoradinhas, mas nunca dispensa a buceta gostosa da mamãe safada.
E principalmente meu cuzinho, rsrs.

sexta-feira, 3 de setembro de 2010

Lembranças da tia Odete - parte 3

Ela se levantou da cama, trancou a porta, me abraçando com uma das mãos e com a outra tocando meu pau duríssimo disse: “Vem meu menino, vem me fazer a puta que nenhum outro homem conseguiu”. Falou isso sussurrando sua voz rouca bem perto de meu ouvido. Eu respirei fundo e correspondi dizendo: “Ô meu amor, eu vou sim... vou te fazer a puta que sempre esteve escondida dentro de você...”. Fui beijando sua boca, entrelaçando minha língua com a dela e tocando seu corpo em todas as partes. Ela foi andando para trás em direção à cama, sentando-se ao mesmo tempo em que tirava meu pau pra fora da sunga. 
Assim que ela baixou minha sunga na altura da minha coxa, olhou pra meu pau empinado e disse: “que delícia de rola você tem Paulinho... que cabeção gostoso...”. Ela foi chupando meu pau com sua boca quente enquanto eu acariciava seus cabelos, trazendo sua cabeça de encontro à do meu pau. Ela chupava meu pau e acariciava minhas bolas, depois lambia as bolas encostando meu pau na minha barriga. Eu suava bastante, mas ela parecia gostar ainda mais. A fome então, que fome nada, foi-se embora como se eu tivesse comido sozinho uma travessa de lasanha. Eu segurava meu pau e batia com vigor em seu rosto, mostrando que eu a deixaria se sentindo completamente uma puta de rua.  
Coloquei-a deitada, e fui tirando a camisola transparente vendo surgir sua boceta peluda, com vários pêlos já lambuzados tal era o tesão que ela sentia. No meio dessa loucura, eu ia lembrando dela na piscina e concluía: “Ela fez tudo de acordo com que eu pensava e ainda mais: me enganou direitinho. Que bom!”, pensei. Que tia safada é a Odete.
Comecei a chupar os dedinhos de seus pés, pulei para seus seios, sugando-os e lambendo seus mamilos com vontade de arrancá-los com meus dentes tal era minha volúpia em devorar aquela fêmea de furor vulcânico. Desci para a boceta e afundei minha cara naquela vulva ensopada. Lambia o clitóris, colocando meu dedo indicador no cuzinho dela. Ela por sua vez pressionava minha cabeça e sussurrando com a boca entrecerrada gemia: “Seu safado, me faz tua puta, me faz tua puta vagabunda...”. Subi novamente e ao deter-me em sua boca beijando-a de todas as formas, senti ela direcionar meu pau com firmeza na entrada de sua xana em brasa. Fui entrando aos poucos, apreciando cada milímetro daquela gruta aconchegante, sentindo ela entrelaçando suas pernas nas minhas costas. Ela dizia: “Vou te prender pra sempre, meu menino... serei sua eterna puta e você meu homem safado”.
Conforme fui aumentando as estocadas, ela acariciava minha bunda
empurrando-a de forma a eu meter mais forte e mais fundo. Ela sussurrava coisas incompreensíveis como se estivesse fora de si, quase entorpecida. Num movimento rápido, mas suave, começou a massagear meu cu com seu dedo médio, introduzindo-o aos poucos me fazendo delirar com aquela inusitada sensação. Abri com força suas pernas, arregaçando sua boceta sedenta, empurrando com meus ombros, fazendo com que minhas bolas batessem na altura exata daquele cu safado. Ela gritava sussurrando com sua voz rouca: “Me enche de porra, enche a boceta da tua puta com sua porra quente e cremosa, vem meu amor...”. Aumentei ainda mais o ritmo das estocadas, metendo meu pau de diversas formas, empinado, enviesado, fazendo com que ela sentisse o degrauzinho entre a cabeça e o “pescoço”. Ao ouvir o barulho de sua boceta molhada sendo fodida e mais o da minha púbis batendo na dela, ela explodiu: “Ai eu to gozando, eu tô gozando, tua puta vagabunda ta gozando...” Comecei a jorrar uma quantidade enorme de porra, e no meio do gozo, tirei meu pau me aproximando de seu rosto e esguichei o restante em jatos espessos que faziam um rastro em toda extensão de seu rosto, da testa até o pescoço, alguns alcançando até mesmo o cabelo. 
Caímos exaustos com nossas pernas entrelaçadas repousando por algum tempo, aquele cheiro de sexo impregnado no ar, até que eu disse a ela em tom quase ameaçador que pra ser minha puta de verdade tinha que gozar pelo cu também. Ela soltou uma gargalhada safada que era a própria resposta em tom de deboche. Levantei-me e a posicionei de quatro na cama. A visão daquela bunda empinada foi o suficiente pra deixar meu pau novamente em ponto de bala. Minha porra ainda escorria da buceta dela, os pêlos ainda lambuzados, quando ela começou a piscar o cu como que chamando minha rola. Comecei a lamber o cu da  Odete primeiramente em movimentos lentos e circulares e depois enfiando minha língua dura até doer. Era um cu que visivelmente já havia sido penetrado várias vezes, que com o tempo foi ficando apertado novamente, mas isso pouco me importava, pois o que eu queria mesmo era socar minha rola nele. Ela abriu bem a bunda com as mãos deixando o caminho livre para minha invasão. Primeiro a cabeça aos poucos e devagar o resto foi entrando.
Ela falava entre um gemido e outro: “Ai meu sobrinho, que gostoso sentir meu cu entalado com essa sua rola entrando até o saco. Isso fode meu cu em brasa”.
Eu segurava nas ancas dela com firmeza ao passo que ela, com uma das mãos, acariciava meu saco com as pontas das unhas. Fui estocando aquele cu que piscava mordendo meu pau e ouvia ela implorando: “Ai Paulinho, arranca minhas pregas deixa tua puta arrombada pra sempre, mete sem dó essa rola gostosa no cu dessa tua puta vagabunda e vulgar, me chama de puta, me chama de puta!!!”. Ela empinou ainda mais aquele bundão, curvando as costas fazendo um vinco no centro da coluna. Puxando os cabelos dela com fúria, fui batendo com força, com minha mão aberta, naquela bunda branquinha que logo foi ficando avermelhada com a marca dos meus dedos, e disparei: “Você quer porra nesse cu sua puta vagabunda? Você quer esse cu arrombado sua rameira safada, quer? Então toma...”. “Eu quero meu macho, eu quero meu menino garanhão, fode o rabo da tua puta e enche ele de porra..”
Ela gemia, balançando os seios e dizendo que tava gozando pelo cu, enquanto ele piscava com força e seguidamente. Soltei um grito que mais parecia um rugido e nova carga abundante de porra foi saindo. Tirei meu pau e notei o enorme buraco que ficou, demonstrando que ela tinha relaxado totalmente. Aproveitei e “cuspi” o que restava de porra com cu da Odete bem dilatado, vendo a porra entrar naquele buraco saciado.
Depois desse dia passei a semana toda, enquanto a casa estava vazia, fodendo a Odete de todas formas e a todo tempo. Eu mentia pra minha mãe, pra ela não desconfiar de nada, dizendo que estava indo na casa de alguns amigos, mas na verdade eu ia mesmo era comer a Odete todo dia. Quando o pessoal da casa retornou, nós já tínhamos nos tornado amantes viciados. Mas ela me fez jurar que nunca ninguém jamais saberia o que havia rolado entre a gente. Passamos a freqüentar motéis ou hoteizinhos até que, um dia fui morar em outro estado. Quando voltei, os tempos já eram outros e deixamos guardadas as lembranças do passado daqueles momentos maravilhosos. Quem sabe um dia, agora ambos bem mais velhos, a gente possa matar as saudades e curtir uma boa foda como aquelas, mantidas em segredo por todos esses anos.  

segunda-feira, 9 de agosto de 2010

Lembranças da tia Odete - parte 2


Numa semana em que efetiva e raramente a casa estava vazia, meu primo tinha viajado em férias para os EUA, minha tia (mãe dele) estava em visita a uma antiga amiga no interior, minha prima também viajando com as amigas, e meu eu tio curtindo solitariamente o verão em sua casa de campo. O cenário não poderia ser melhor, pois eu sabia que a Odete estaria novamente sozinha, e melhor, por uma semana. Era a oportunidade que faltava e eu não poderia desperdiçá-la. Se tudo desse certo, a sorte estava lançada. 

Liguei antes pra "ver" se ela estaria em casa, mas muito mais já com a intenção de que ela soubesse que eu iria.
E cheguei com o coração pulando, mas depois de um cumprimento e um olhar, tudo dava a entender que um clima iria a rolar.
Ao perguntar se dava pra eu ficar um pouco na piscina, ela prontamente respondeu com sua voz rouca e sensual: “Claro, Paulinho! E precisa perguntar, você sabe que você é de casa, ou melhor, da família, aliás, isso aqui tá um cemitério tá cada um prum lado e eu fiquei de sentinela”, brincou. É lógico que eu sabia que ela estava sozinha, e sabia exatamente onde estava cada um... 

Lembro-me que no caminho, uma forte intuição de que algo realmente aconteceria começou acelerar meu coração. Minha pulsação era sentida até na cabeça do meu pau que teimava em querer ficar duro como uma rocha. Na verdade comecei a sentir uma certa dor nas minhas bolas de tanto tesão. Meu medo era de que essa sensação – a de que algo estava para acontecer – ocorresse só na minha imaginação. 

E assim, assim que cheguei, fui direto pra piscina, pois estava de sunga por baixo da bermuda, e logo fomos conversando sobre o fato de que nunca aquela casa tinha estado tão deserta e tal, pura conversa, rsrs.
Pro meu alívio consegui me controlar e quando baixei a bermuda não estava dando nenhuma bandeira, ou melhor dizendo, o mastro da bandeira estava em repouso. Ainda bem, pois eu não saberia onde enfiar minha cara. Enquanto passava o bronzeador, a Odete sentada numa cadeira no terraço, disfarcei terminando o assunto da casa vazia e emendei: “Odete, porque você não deixa de lado essa bobagem de não gostar de sol e vem curtir esse dia maravilhoso aqui na piscina?“. Ela pensou por alguns segundos e disse: “Sabe que você está certo? Vou ficar um pouquinho assim eu te faço companhia. Mas só um pouquinho, pois o sol ta muito forte, mas na piscina não vou não, pois eu não sei nadar”. “Ah... fica tranqüila essa piscina é rasa, mas se você quiser eu entro com você, assim você perde o medo”, completei disfarçando. 

Aqueles segundos que separavam a volta dela do quarto com o maiô foram como se eu estivesse indo dar minha primeira trepada: era pura ansiedade. 

Ela veio vestindo um maiô branco que realçava suas curvas, especialmente suas ancas tipo violão e também estava de óculos escuros. Ao notá-la comemorei brincando: “Aleluia, Aleluia!!!”. 

Ela sentou numa cadeira de plástico quase de frente pra mim, e como que numa miragem maravilhosa notei que seus pêlos escapavam levemente pela costura do maiô. Pensei eu: “Será que ela fez de propósito?”. Só sei que aquilo me deixou maluco de tesão. Mal começamos a conversar ela me pediu que eu passasse um pouco de bronzeador por causa do sol forte. Eu disse: “Claro, sente aqui de costas que eu passo”. Ela se sentou bem no meio de minhas pernas abertas, eu deslizava minhas mãos em suas costas e um silêncio se formou enquanto eu fazia isso. Só não sabia definir se era um silêncio de timidez (dela) ou de “constrangimento” provocado pelo tesão de cada um. 

Depois passei nos braços com ela ainda sentada, e com ela já deitada, fui para as pernas, quando notei que ela afastou-as de propósito meio que demonstrando estar relaxada. 

Agora eu podia ver ainda melhor seus pêlos saindo pela parte interna do maiô em contraste com suas coxas bem alvas. Aquilo me dava muito muito tesão. 

Passava minhas mãos vagarosamente, nas coxas e por fim chegando até os pés, onde dei um trato especial, mas sempre estar meio inocente. Tomando todo cuidado para não relar em nenhuma zona “perigosa”, mas chegando bem pertinho. Nossa! Eu estava confuso se ela sentia o mesmo que eu ou se na cabeça dela era tudo natural, sem malícia. Quando terminei fiz um movimento rápido fingindo naturalidade e joguei minha camiseta sobre a sunga, pois a estas horas meu pau estaria nitidamente saltando pra fora de tão duro. A resposta de minha dúvida veio automática quando qual foi minha surpresa ao voltar a se sentar de frente pra mim percebi seus mamilos dilatados formando duas azeitonas sob o maiô. Era a senha que eu mais queria. 

Aí não perdi tempo e com um certo tato fui logo engatando um papo sobre sua vida amorosa após a separação, forçando para que ela se abrisse comigo. Ela foi dizendo que teve alguns amantes sem entrar em detalhes de quando teria sido a última vez que tinha tido uma relação sexual. No transcorrer da conversa repentinamente tirei a camiseta que cobria a sunga e me levantei para um mergulho. Seria impossível ela não notar o volume que se formara mostrando quase as veias do meu pau, para não dizer o formato da cabeça bem visível. 

Convidei-a cair na água, pois estava irresistível, e quando ela disse que tinha medo, falei pra que ela descesse pela escadinha que eu iria ajudá-la. Ela tomou coragem, mas coragem esta que não se resumia ao medo da água, mas também ao que estava por vir. Fui segurando em sua mão e colocando-a deitada boiando com meu auxílio. Eu via seus seios quase saltando do maiô, os mamilos ainda mais intumescidos, seus pêlos agora molhados desenhando a moldura de sua boceta. Com a transparência da água eu podia ver até mesmo do reguinho da boceta dela, com dois gominhos um de cada lado. Conforme eu escorava sua bunda, ela se sentia mais segura e abria mais as pernas. Aí eu perguntei: “Tá gostoso?”. Ela sorriu e disse um “tá uma delícia” com aquela voz de puta no cio que me fez quase estremecer de tesão. Propositalmente, aproveitando o balanço da água eu dava leves encostadas na lateral do corpo dela no meu pau, fazendo com que ela notasse que ele estava duro mesmo dentro da água. E assim ficamos por um bom tempo até que ela sugeriu que a gente comesse alguma coisa, pois já tinha até passado a hora do almoço. Por incrível que pareça, nada nos incomodava, nem campainha, nem telefone.
Ela se dirigiu à cozinha e eu ainda fiquei mais um pouco pensando em qual seria o próximo passo. 

Depois de uns 20 minutos, eu já estava ficando verde de fome, quando ouvi ela me chamando na direção da cozinha. Se a fome era grande, meu tesão crescia muito mais em proporção. Quando cheguei na cozinha, vi que não tinha comida nenhuma pelo menos à vista e ela também não estava lá. Chamei por ela em voz alta perguntando: “Onde você está?”, e ouvi ela dizendo: “Aqui no quarto”. Com uma voz que não era bem de quem havia feito algo pra comer. Aproximei-me do quarto dela, e a porta estava meio entreaberta. Ela apenas disse: “Entre, estou aqui no quarto...”.

quinta-feira, 29 de julho de 2010

Lembranças da tia Odete - parte 1

Quando eu tinha 18 anos vivia na casa de meu primo. Gostava muito de ir lá, pois a casa dele era bem legal, tendo inclusive uma piscina que eu aproveitava o quanto podia nos dias de calor. Além da família dele (os pais e sua irmã), morava também a Odete (irmã de minha tia), que era separada.
Depois que se separou, ela passou a morar lá num dos cômodos da casa, desses com banheiro conjugado, tipo uma suite. Pelo menos ela assim poderia ficar mais à vontade, com privacidade.

A tia Odete (ela não gostava de ser chamada de tia, rsrs) era uma pessoa meio estranha, meio calada, misteriosa, mas o que mais me intrigava era o fato de eu nunca ver ela com mais nenhum outro homem depois que se separou. Aliás, eu nem conheci o ex-marido dela, nem os filhos.
Numa tarde bastante quente, não tinha ninguém na casa exceto a Odete. Quando ela abriu a porta ficou surpresa com minha presença, pois não imaginava que eu pudesse ir sem que meu primo estivesse em casa. Na verdade eu tinha muita liberdade e intimidade com todo mundo da casa mesmo. Muitas vezes eu até dormia por lá.
Cumprimentei-a com um beijo e depois que fui pra piscina ela desapareceu. Fiquei relaxando durante um bom tempo deitado, com os olhos fechados curtindo o frescor da água após um mergulho, mas um pensamento insistia aos poucos tomar conta da minha cabeça: será que a Odete trepa com alguém?
A Odete era uma mulher pra lá de interessante: devia ter uns 40 e poucos anos, um corpo elegante, uma bunda apetitosa, seios generosos, cabelos curtos escuros, voz rouca e pele bem alva. Eu ficava imaginando, como era possível aquela mulher não ter ninguém? Não dar pra ninguém...
Em meio ao crescente turbilhão provocado por tais pensamentos, surge a rouca voz da Odete como que de súbito cortando meu mundo imaginativo: “Tá gostosa a água?”. Imediatamente dei um salto, ficando sentado no chão e meio sem graça (como se eu temesse que ela sequer desconfiasse o que passava pela minha mente naquele momento) respondi que sim estava ótima. Ela então perguntou se eu não queria beber ou comer alguma coisa, e aceitei dizendo que talvez uma coca cola cairia bem. Mas antes que ela fosse em direção à cozinha eu arrisquei: “Mas Odete (nunca a chamava de tia, nem meu primo) porque que você não mete um maiô e vem aqui também. Ta um puta calor! “. Ela sorriu e disse: “Que nada, não sou muito disso. Detesto passar esse calorão no sol”. E se foi rumo à cozinha. Enquanto ela não vinha fiquei imaginando como seria aquele corpo nu e meu pau começou a endurecer pra meu desespero. Consegui me controlar, mas quando ele retornou ainda estava marcando um pouco sob a sunga. Como eu estava de óculos escuros pude notar que ela, mesmo disfarçando, deu uma olhada bem na direção do meu pau e me entregou um copão com coca cola e gelo. Conversamos mais um ou outro assunto e ela se retirou novamente. Logo em seguida não resisti e me tranquei num dos banheiros da casa a fim de bater uma punheta que saciasse meu tesão, imaginando eu comendo ela. Depois de algum tempo de sol e piscina meu primo chegou, depois as outras pessoas da casa e já era noite quando peguei meu carro rumo à minha casa.
Naquele mesmo verão surgiria uma ocasião de ouro para que a resposta à minha curiosidade finalmente acontecesse.

(continua em parte 2)

sábado, 27 de março de 2010

A mãe gostosa do Carlinhos



Meu nome é Rubens, tenho 29 anos e o relato a seguir aconteceu há alguns anos quando eu estava com 16 Minha mãe trabalhava na mesma rua onde morava o Carlinhos e a gente brincava direto na casa dele. Eu estava toda hora lá jogando bola ou na piscina. A mãe dele, dona Marlene, tinha uns 43 anos e várias vezes ficava com a gente na piscina tomando seu banho de sol. Um dia notei uma coisa que me deixou com muito tesão: percebi os pêlos da buceta dela meio que escapando pra fora do maiô. O Carlinhos já tinha me falado muito da mãe dele. Falado até demais, a gente já tinha até batido umas belas punhetas... Ele dizia: “Minha mãe... minha mãe eu já espiei, fiquei olhando ela depois do banho, ela tem um bucetão delicioso cheio de pêlos, um bundão, aqueles peitos bicudos...pena que ela é minha mãe...”.


...E assim gozamos no quarto dele, com ele falando dela e eu só imaginando... E assim foram várias vezes com a gente gozando pensando naquele bucetão da dona Marlene. Fiquei com aquela imagem que não saía da minha cabeça: os pêlos dela saindo pelo maiô, abrindo aquelas coxas gostosas.
Numa daquelas punhetas foi como tudo aconteceu, ela pegou a gente no flagra: eu com meu pau duro na mão, a cabeça inchada de tanto tesão... ela entrou no quarto e meio assustada mas com uma tremenda cara de safada disse: “ Meninos o que vocês estão aprontando ? “. O Carlinhos com muito medo foi logo dizendo: “Mãe, pelo amor de Deus eu explico...”. Quando ele ia começar a falar, ela o interrompeu e com um sorriso delicioso olhou pro meu pau e disse: “Calma Carlinhos eu sei de tudo !" Ela foi dizendo que sempre percebeu ele espiando ela e também sobre nossas punhetas. De repente o rosto do Carlinhos se iluminou e ele disse: “Então a senhora não está brava comigo ? ”Aquilo me deixou com mais tesão ainda. Ela disse pra ele não se preocupar mas que não contasse pra mais ninguém além de mim, e que desde que ela havia separado (uns 2 anos) do pai dele ,não tinha tido nem outro homem mas que ao me ver (tenho um físico bem legal e mesmo com 16 anos eu já tinha uma bela rola) de pau duro ficou com muito tesão. Aí foi que eu não acreditei quando ela disse: “Então Carlinhos eu agora quero brincar com o Rubens, venham para o meu quarto em 15 minutos que estarei lá após um gostoso banho”. Era inacreditável, que safada! Além de querer dar pra mim resolveu tornar as fantasias do filho uma realidade que ele jamais imaginaria ser possível. Quando ela saiu do quarto, ele me olhou e disse que queria ver tudo e ainda por cima falar muita sacanagem durante.
Esperamos um pouco e quando entramos no quarto dela fiquei alucinado: ela estava com uma camisolinha preta transparente, estava deitada na cama e com sua voz rouca disse: “Pronto Rubens, agora vem fazer comigo o que vocês ficam só imaginando”. O Carlinhos aproveitou e emendou: “Mãe posso falar as sacanagens que eu falo pra ele enquanto a gente bate punheta ? “. Ela concordou dizendo apenas: “Claro, Carlinhos...”. Meu pau parecia uma rocha de tão duro.
Ela então foi me fazendo carícias, enquanto o Carlinhos não parava de falar: “Ta vendo, meu? Não disse que ela tinha uma bucetão delicioso ? “ Sem falar nada, ela começou a tocar no meu pau dentro da bermuda enquanto me beijava. Com o canto do olho percebi que o Carlinhos tocava uma punheta enquanto tagarelava. Ao tirar meu pau pra fora ela disse: “Nossa! Que pau gostoso você tem menino.”
Começou a sugá-lo com vontade enquanto eu tirava sua roupa íntima. Quando ela ficou nua o Carlinhos falou: “Agora come essa puta vagabunda, Rubão. Mostra pra ele mãe aquilo que a senhora faz com o vibrador”.

Botei ela de quatro e comecei a entrar naquela xana quente e úmida. Ela rebolava com minhas mãos agarrando sua ancas e o Carlinhos só na punheta: “Isso mãe, rebola gostoso pra ele, mostra que você fode como ninguém ...”. Fazia um barulho engraçado conforme eu estocava a dona Marlene, acho que era por que ela tava muito molhada. De repente ela sussurrou maliciosamente: “Ai Rubens, quero você gozando no meu cuzinho...”. Imediatamente eu tirei meu pau, e com ele molhadinho da xana dela introduzi aos poucos naquele cuzinho apertadinho.
Aí o Carlinhos não agüentou e gozou: “ Isso sua puta safada, goza na rola dele, goza!”. Ela foi mexendo o cu contra meu pau, quase que como fodendo minha rola com seu cuzinho em brasa...Seus seios pareciam saltar do peito de tanto que balançavam. Ela dizia: “Isso, come o cuzinho da sua putinha, come... fode o cu dessa sua puta no cio... , fode meu menino, soca meu cu na frente do Carlinhos, goza que eu também tô molhando todo meu cu...”
Comecei a jorrar litros de porra naquele cu arregaçado, enquanto ela gritava que estava gozando também, mas, mais que rapidamente ela tirou e fez questão de colocar meu pau na boca pra tirar o resto da porra que saía. Eu esfregava meu pau na cara dela, molhando completamente seu rosto com minha porra melada e grossa. Olhei pro Carlinhos e vi quando ele limpou a última gota de porra depois de gozar também . Quando eu terminei ela ( limpando a porra na cara ) disse que não ficaria brava com as coisas que o Carlinhos disse se eu comesse ela sempre, o que aconteceu muitas outras vezes, inclusive uma vez que o Carlinhos acabou dando pra mim, mas isso fica pra outro relato . Infelizmente minha mãe mudou de estado e nunca mais eu pude socar aquela coroa gostosa e safada.

domingo, 7 de março de 2010

Minha mãe gostosa e safada

Bem o que eu vou contar para vocês aconteceu realmente. Vai do leitor acreditar ou não. Na verdade isso não vai me fazer muita diferença porque afinal eu que presenciei tudo e isso é o suficiente. Vou apenas compartilhar com vocês visto que não corro o risco mesmo de ser levado à sério aqui num blog de incesto. Vai ser um LONGO relato. Mas vai valer à pena ler tudo...

Sou filho único. Minha mãe me teve muito nova. Meu pai é bem mais velho (7 anos a mais). Agora vou descrever a minha mãe. Naquela época ela chamava muito a atenção dos homens. Ela é branquinha, cabelos pretos lisos e é meio baixinha. Ela tinha um corpo naturalmente lindo. Não fazia academia nem nada. Só a alimentação mesmo que ela seguia à risca. Tinha uma bunda bem redonda e empinada, uns peitos tamanho médio e aquela típica curva de corpo de violão. Outro detalhe era a barriguinha dela que era extremamente retinha e com isso a deixava com um tremendo "capô de fusca". Ela sempre foi meio fogosa (quando eu era bem mais novo já tinha ouvido histórias) e adorava usar roupinha curta e apertadas. Adorava usar shortinhos e blusinhas.

Agora vamos aos fatos. Eu vivia reparando as meninas da minha sala, da minha rua, da minha família, enfim, reparava em tudo que era menina/mulher.

Com isso acabei percendo a minha mãe também apesar de sempre ficar morto de vergonha quando eu a olhava de outra maneira. Só que a culpa não era realmente minha...Além dos hormonios, a minha mãe sempre tava vestida de um jeito meio exagerado com shortinhos, minissaias, vestidinhos e coisas do tipo. Eu não me aguentava...Vivia me acabando na mão.

Até que chegou num dia que meu pai quis fazer umas reformas lá na casa em que eu morava, mas isso só seria possível se ele trabalhasse mais. Com essa decisão tomada o meu pai começou a ficar muito ausente em casa (viajava muito por causa do trabalho). E minha mãe começou a colocar as asinhas de fora. Percebi que ela tava mais ousada até mesmo na frente dos vizinhos que sempre ficavam a comendo com os olhos. Teve uma vez que ela tava na sala assistindo tv e tava deitado de bruços...Eu sentei do lado do sofá onde tava os pés dela daí não pude deixar de ficar vendo a sua bunda. Pelo jeito ela percebeu porque ela as vezes abria um pouco as pernas que dava pra ver o volume da bucetinha dela pelo shortinho. A marquinha da calcinha me deixava alucinado também. Eu não me aguentava muito e saía com uma desculpa só pra poder bater uma. Tava tudo muito bom só que teve um dia em que eu levei dois amigos meus lá pra casa e me arrependi depois. Os caras não tiravam os olhos dela. Ela ficava abrindo as pernas de leve só pra mostrar um pouco o volume da xota pra eles. Em outras vezes ela se levantava e ia para outro lugar só pra ficar um tempinho de costas pra eles e dar uma abaixada pra mostrar a bunda dela. Eu percebia tudo, mas fingia que não tava vendo nada mais...os caras mal falavam comigo. Só conversava com ela mesmo...Depois disso um monte de amigo meu ficou querendo ir lá na minha casa também...

Aconteceram muitas coisas como as que eu falei acima, mas não vou contar todas.

Eu tava viciado em observa-la e até acordava no meio da madrugada só pra ve-la de calcinha deitada e ficar vendo a bunda e a xota dela...



Retornando ao assunto da reforma...Bem, depois de um tempo o meu pai contratou um pedreiro pra já ir começando a trabalhar na casa. O seu nome era João. Eu não sei a idade dele, mas parecia ter uns 45 anos enquanto a minha mãe tava com 38. Alguma coisa me dizia que iria acontecer algo porque ela já tava bastante ousada e agora que ia ter todos os dias da semana um cara lá com certeza ela iria ficar bem assanhada. Dito e feito...

Logo na primeira semana o pedreiro pegou uma amizade com ela e eu sempre ouvia os dois conversando e rindo. A minha mãe sempre usava umas roupas bem provocantes, mas o que ela gostava mesmo de usar era um shortinho que delineava bem a forma da bucetinha dela.

Com pouco tempo eles ficaram bem amigos. O pedreiro dava cada abraço nela e foi aí que as coisas realmente esquentaram. Um dia, logo cedinho de manhã, a minha mãe foi abrir o portão pro João entrar. Ela tava só com um pijama bem basico...Tava praticamente nua. Mas mesmo assim nem se importou do João a ver assim. Eu tava na parte de cima da escada só olhando pelo cantinho e aí eu vi o pedreiro lá dá um bom dia e abraça-la. A minha mãe deu uma risadinha e falou "que disposição! adorei o abraço! dá outro?"

O João falou que dava sim e a puxou de volta só que dessa vez ele a levantou um pouco fazendo com que a região da xota ficasse bem na altura do pau dele. Percebi quando ele forçou o quadril da minha mãe com o objetivo de dar uma encoxada nela ali mesmo. A minha mãe retribuiu na hora abrindo um pouco as pernas oferecendo a bucetinha dela pra se esfregar no pau dele. Ficaram assim por uns 30 segundos até que ela deu uma mexidinha pros lados como quem quisesse rebolar. Daí ele a colocou de volta no chão e os dois estavam com uma tremenda cara de tesão. Ela deu as costas e saiu andando falando que ia preparar um cafezinho pra ele. E nisso o João só secava a bunda dela mesmo.

Dava pra sentir no ar o tesão que os dois tavam. Eu sabia que na primeira oportunidade que tivesse ele iria comer a minha mãe. Com isso eu bolei um plano... Falei que ia sair de tarde pra jogar bola. A minha mãe deixou na hora com um sorrisão no rosto.

Quando deu umas 4 horas da tarde eu saí falando que tava indo lá jogar bola. Falei que ia levar uma chave porque provavelmente iria demorar um pouco.

Na verdade eu só fiz sair mesmo e demorar uns 10 minutos na rua até voltar par casa.

Cheguei lá de fininho... Quando entrei tava tudo um silêncio só. Fui nos quartos bem devagar mas minha mãe não tava lá. Sabia que ela tava lá no fundo da casa que era onde o João trabalhava. Quando cheguei na cozinha, já ouvi ele falando com ela...Falando pra ela descer um pouquinho mais. Eu cheguei na porta do fundo da cozinha e espiei. Vi a minha mãe com as duas mãos no joelho empinando a bunda pro pedreiro que passava a mão nela. Ele tava só de cueca e dava pra ver que tava de pau duro já... Ele se aproximou dela e começou a esfregar o pau dele na bunda dela. Ela só rebolava e gemia baixinho enquanto ele a encoxava com força. O pau já tava saindo pela cueca...ele também ficava a chamando de putinha vadia e falava que ela era muito gostosa e que o meu pai era um corno otário...ela só ria e gemia.

Depois ele a virou de frente e começou a esfregar o pau bem na buceta dela...Isso fez com que a minha mãe delirasse muito. Até acho que ela gozou ali mesmo porque ela se contorceu e respirou fundo gemendo mais alto... Depois ela começou a falar que a xaninha dela era muito gulosa e adorava engolir um pau. Falou que tava louca pra engolir a rola dele que tava bem dura na hora. O pedreiro delirava também porque tava com uma baita deusa ali se esfregando com ele...

Eles ainda ficaram um tempinho nessa safadeza um se esfregando no outro com as encoxadas. Só que a minha mãe não se aguentou mais e falou pra ele meter nela...

O João a levou pra uma pia que tinha lá e a apoiou de frente pra ele. A única coisa que ele fez foi levantar a perna direita dela e puxar a calcinha pro lado...Enterrou o pau todo de uma vez só. A minha mãe ficou alucinada e rebolava muito enquanto ele metia com força na buceta dela. Dava pra ouvir o barulho de buceta encharcada e eu percebi que o pau dele tava todo melado já...Sinal que minha mãe tava gozando muito. E ela falava isso..gemia falando que tava gozando e ele voltou a xinga-la muito...Chamou de novo o meu pai de corno otário e minha mãe riu nessa hora falando pra comer com vontade a xaninha dela já que meu pai não fazia isso direito.

Nessa hora o pedreiro forçou a cabeça dela pra baixo e falava pra ela ver a rola dele estourando a xota dela...A minha mãe só gemia e rebolava muito.

Depois ele parou e mandou ela virar de costas pra ele. Ela virou e empinou o máximo a bunda...O João começou a comer a buceta dela por trás com muita força que fazia até um barulho alto...a minha mãe começou a gemer alto também, mas aí ele tapou a boca dela com a mão. E eu tava lá vendo a minha mãe sendo pressionada na parede com a bunda empinada e levando pau na buceta encharcada dela...Ele falava que a bucetinha dela tava apertando a rola dele e falou que ela tava gozando no pau dele.

A minha mãe tava adorando porque ela tentava jogar a bunda pra trás, mas sem sucesso já que o João tava apertando ela contra a parede...

De repente ele falou que ia gozar...E pra minha surpresa a minha mãe falou pra ele gozar bem no fundo dela. Disse que tava tomando remédio (pílula) sem meu pai saber...

O pedreiro aproveitou e segurou na cintura dela metendo com força ainda até que começo a gozar...a minha mãe ficou rebolando enquanto o pedreiro tava parando suspirando alto. Ela empurrava a bunda pra ele e falava "viu que minha bucetinha é gulosa? tá bebendo o leite todinho"...Ele riu e falou que ia comer ela direto até terminar o serviço.

Eles treparam muito e eu sempre fingindo que não sabia de nada. Contudo, o meu tesão tava foda e eu tava viciado já naquela situação. Decidi então contar pra minha mãe que sabia de tudo.

Quando contei ela ficou surpresa na hora (eu falei que batia várias por causa dela). Depois ela riu e falou que era pra gente guardar segredo...falou que ela sempre foi meio assanhada mesmo, mas pediu pra não contar nada pro meu pai. Bem, a gente teve uma longa conversa...Eu decidi contar tudo que sabia dela...Ela falou que se eu não contasse nada pra ninguém ela iria me dar muitos presentes bons. Eu não sabia o que era, mas aceitei na hora.

Perguntei que presente era e ela riu...Falando que era segredo, mas que eu ia gostar muito!

Eu pedi o presente na hora mesmo (tava com tesão já). Ela pensou um pouco e aceitou...

Falou pra eu sentar no sofa. Eu sentei e ela já veio sentando no meu colo rebolando um pouco. Eu delirei...Eu pedi pra ela tirar o short jeans dela e ficar de calcinha, mas aí ela falou que não...a não ser que eu ficasse só de cueca também. Eu baixei minha bermuda e ela abaixou o short dela voltando a sentar no meu colo. Começou a rebolar devagar olhando pra mim enquanto eu segurava a minha gozada com aquela bunda toda. Ela perguntou se eu sentia o calorzinho da xaninha dela...Eu não aguentei e gozei muito na hora.

Os dias foram passando com esses acontecimentos. Mesmo com o meu pai em casa...

Um dia ela tava de vestido. Meu pai tava na sala vendo um jogo de futebol e ela na cozinha. Eu passei por ela e na mesmo hora ela levantou o vestido mostrando a bunda. Eu corri em sua direção e comecei a esfregar nela por trás. Ela sempre rebolando muito (ela adora rebolar) e gemendo baixinho.

Eu tava todo feliz...era dando encoxada a toda hora só que um dia um primo meu foi passar uns dias lá em casa. Ele era mais velho, tava com quase 17 anos enquanto eu tinha 15 ainda. Percebi logo que ele ficou com tesão na minha mãe (e ela também percebeu) daí ela falou pra eu não atrapalhar em nada porque ela ia dar pra ele. Falou que era pra eu só ficar espiando mesmo. Eu aceitei porque aquilo me deixava muito excitado.

Aos poucos minha mãe foi seduzindo o meu primo que ficava doido com ela.

Ela sentava no colo dele e mexia um pouco pros lados. Meu primo começou a abraça-la mais e sempre que podia dava uma encoxada nela. A minha mãe sempre retribuindo muito com ele. Tudo isso fez meu primo praticamente esquecer de mim e só pensar nela mesmo...Ele nem tomava mais cuidado comigo...Dava encoxada nela na minha frente mesmo, mas ainda fingindo que era tudo normal...Que era coisa de família só...

Um dia à noite o meu pai já tinha ido dormir (ia acordar cedo no outro dia) e nós 3 ficamos na sala vendo filme. Era um filme de terror... Daí a minha mãe falou que tava com medo e correu pro colo do meu primo. Eu fiquei zuando a chamando de medrosa e o meu primo também. Fiz isso só pra fingir para que o meu primo achasse que eu não suspeitava de nada.

Depois de uns 5 minutos ela se levantou e falou que ia colocar a roupa pra dormir, mas que voltava logo. Eu percebi que meu primo tava todo sem jeito comigo. Passado um tempinho aminha mãe voltou com uma camisa grande pra ela e foi na cozinha. Eu fui atrás...

Chegando lá eu falei pra ela que tava com ciúmes e ela só riu e falou pra eu não ligar que depois eu ganhava outros "presentes" dela. Eu me aproximei e levantei a camisa dela pra ver que ela tava só de calcinha mesmo. Ela então falou que tava daquele jeito pra dar o golpe final no meu primo...Eu a puxei pra mim e dei uma encoxada nela na mesa.

Ela gemeu baixinho e me chamou de safado falando que não era pra eu fazer aquilo ali já que meu primo poderia aparecer só que eu nem liguei...Ela nem ligou depois também e levantou a camisa me mostrando a calcinha dela...Eu não aguentei e coloquei meu pau pra fora e fiquei esfregando por cima da calcinha.

Depois ela me empurrou e foi pra sala...Eu passei mais uns 10 minutos até me acalmar.

Chegando lá vi ela sentada no colo do meu primo abraçada com ele vendo o filme.

Falou pra mim que tava com frio e pediu pra eu ir no quarto dela pegar um coberto pra eles...

Eu fui lá com cuidado pro meu pai não acordar...Quando voltei vi que eles estavam meio estranho. Aposto que tinha rolado alguma coisa. Dei o cobertor pra minha mãe e ela se cobriu com ele. Acho que ela fez isso pro meu primo ter mais liberdade de fazer outras coisas. E realmente foi o que aconteceu. Não deu nem 2 minutos e minha mãe respirou fundo...Eu já conhecia esse sinal dela. Sabia que ela tava fazendo algo.

Com isso em vista eu falei que ia subir pro meu quarto. Falei que ia dormir...

Na verdade só fiz subir as escadas e ficar espiando. Passou só um tempinho e minha mãe virou e falou algo no ouvido do meu primo. Eles se levantaram e foram pra cozinha.

Eu desci na hora...Cheguei lá e espiei.. Vi a minha mãe com a calcinha na altura do joelhos enquanto o meu primo metia os dedos nela. Ele falou que ela era muito gostosa mesmo e que realmente as histórias que tinha ouvido falar eram verdadeiras. A minha mãe falou pra ele aproveitar...Perguntou como ele queria meter. O meu primo falou pra ela sentar no colo dela de frente pra ele, mas que antes era pra ela deixar ele chupar a buceta dela.

A minha mãe adorou a chupada do meu primo...Ele chupava até a bunda dela sem nojo.

Eu fiquei impressionado...

Depois ele sentou numa cadeira da cozinha e minha mãe tratou de virá-lo de costas para onde eu estava (ela tinha me visto já). Então ela sentou devagar sobre ele falando baixinho que era pra ele sentir como a xaninha dela era apertada. O meu primo ficou louco e forçava a minha mãe pra baixo. Ele não aguentou muito tempo. Acho que foram só uns 3 minutos.

Ele avisou que ia gozar daí minha mãe falou pra ele gozar na bunda dela...

Ela ficou de costas pra ele e sentou com força fazendo até barulho...O meu primo só deu umas 4 metidas assim e a empurrou depois pra gozar na bunda dela.

Eu corri pro meu quarto e fiquei lá...Depois de uns 20 minutos meu primo entra e deita pra dormir.

O resto dos dias que meu primo passou lá em casa não houve nada demais porque meu pai não saía de perto. Tava tirando folga do trabalho por uns dias.

Agora vou contar o que aconteceu comigo. Na época minha mãe tava assanhada como sempre. Eu vivia levando amigos meus pra lá só pra ela ficar se exibindo e levando encoxada deles. Eu como sempre vivia fingindo que não percebia nada. Tinha um amigo meu que dei uma baita encoxada...A minha mã tava de vestido bem fininho e ele tava de bermuda dessas de jogador de futebol. Eu falei que ia tomar banho (a gente tinha acabado de chegar de um jogo), mas só fiz sair de perto deles mesmo.

A minha mãe já atacou na hora falando que meu amigo devia ter um monte de namorada porque era muito bonito...Ele falou que tinha só uma mesmo e falou que a namorada dele nem chegava perto do nível dela. Com isso minha mãe se fez de desententidada e pediu pra ele explicar...O meu amigo literalmente disse que ela era uma mulher com um baita corpão.

Daí a minha mãe agradeceu e disse "só por causa disso vou te dar um abraço super apertado". O meu amigo abraçou na hora e aconteceu algo parecido com o que ela fez com o pedreiro João. Ela deu uma baita esfregada com a xana dela no meu amigo e ele a apertou com força também.

Bom, como eu já não me aguentava mais...Ataquei ela enquanto tava lavando prato.

O meu pai tinha subido pro quarto dele pra deitar um pouco. A minha mãe tava com uma saia normal (quando meu pai tava por perto ela se comportava um pouco). Eu cheguei por trás e levantei a saia dela passando a mão na bunda. Ela se afastou e falou pra eu parar com aquilo. Só que eu tava com muito tesão, afinal, tinha 2 anos já que eu tava naquela putaria... Eu abaixei minha bermuda e a cueca e levantei de novo a saia dela...

Ela foi tentar baixar só que eu segurei o seu braço e encostei o meu pau na bunda dela.

Aí ela não aguentou e me chamou de sem vergonha ao mesmo tempo que empinava a bunda dela pra mim. Eu me abaixei e fiquei beijando e mordendo a bunda dela...Coloquei a calcinha de lado e chupei a buceta dela pela primeira vez. Meti os dedos também pela primeira vez e ela tava muito molhada mesmo...Me levantei e abaixei a calcinha dela até o joelho.

Ela se apoiou na mesa da cozinha e empinou mais ainda a bunda pra mim...

Falou pra mim que não era pra eu meter nela porque a gente não podia fazer isso, mas que eu podia esfregar o meu pau na entrada da bucetinha dela.

Eu comecei a fazer isso e era uma sensação maravilhosa. As vezes a cabeça dava uma entradinha e ela se afastava e dava uma gemidinha bem baixinha. Eu falei que ela era muito piranha e safada....fiquei a xingando de tudo quanto era nome enquanto ela rebolava esfregando o meu pau na entrada da bucetinha dela.

De repente a gente escuta um barulho e eu me afasto na hora levantando a bermuda e a cueca. ela levanta a calcinha na hora e abaixa a saia voltando pra pia pra continuar lavando a louça. Só que não acontece nada...Tinha sido só um barulho mesmo.

Quando eu voltei a me esfregar nela, ela se afastou e falou que não...Insisti, mas ela negava.

Fiquei com raiva e fui pro meu quarto...No outro dia novamente no mesmo horário, ela tava na cozinha lavando a louça do almoço e meu pai tava lá dormindo no quarto dele como sempre. Eu passei pra tomar água e a gente se encarou por uns 2 segundos...

Fui colocar o copo pra ela lavar a dei uma roçada na bunda dela. Nesse dia ela tava só de shortinho. Ela arqueou o corpo empinando a bunda...Eu não me aguentei e a segurei na cintura forçando o meu pau contra ela. Ficamos assim uns 2 minutos enquanto ela lavava devagar a louça e eu a ficava encoxando por trás. Depois eu pedi pra baixar o shortinho e a calcinha dela. Ela respondeu que só fazia isso se eu baixasse a minha bermuda e a minha cueca também...Logo abaixei tudo até o meio da perna e fiz o mesmo com ela.

Dessa vez eu só fiquei dedilhando a xaninha dela que tava molhadinha demais como sempre...Aliás ela sempre tava assim excitada. Vi poucas mulheres até hoje na minha vida com tanto fogo...Depois de brincar um pouco com a bucetinha dela, eu comecei a esfregar a cabeça do meu pau na entrada. Ela falou que era pra eu ficar só ali mesmo...

Só que eu não me aguentava...Aproveitei uma oportunidade e pedi pra ela empinar mais a bunda pra mim...Ela parou de lavar a louça e fez isso. Bem nesse momento eu meti o meu pau até a metade sem ela esperar...Quase gozei com a sensação da bucetinha quente e molhada dela engulindo o meu pau...Ela ficou parada gemendo ao mesmo tempo em que falava que não era pra eu fazer aquilo, só que eu disse que não aguentava mais...

Ela falou "então come bem gostoso essa minha xaninha! quer sentir o que os outros sentiram é? então mete devagarzinho"...Eu fiz isso...Fui enterrando devagar o meu pau (não sou um cavalo como os caras sempre falam que sou) e adorava a sensação.

Falava que ela era realmente muito gostosa e muito piranhuda e puta...Ela gemia baixinho e falou "então mete na xaninha da putinha!" e ficou rebolando enquanto eu metia devagar.

Tive que me segurar pra não gozar na hora. Com aquela situação toda eu me lembrei da primeira cena que me marcou muito: o pedreiro comendo ela de frente.

Eu falei pra ela daquela cena e ela virou de frente pra mim. Tirou o shortinho e a calcinha e me levou lá pra trás onde tinha a pia. Ficamos na mesma posição...Ela olhando pra mim falou "agora mete assim!" eu comecei a fazer o vai e vem e ela rebolando me chamando de safado, de filho da puta que tava comendo a própria mãe...E eu falando que ela era uma putinha vadia que dava pra todo mundo...Ela gemia muito e eu também...A gente tava em outro mundo. Senti ela gozando quando eu comecei a xinga-la de puta disfarçada. Ela gemeu nessa hora e falou pra eu continuar comendo bem gostoso a bucetinha dela...Ficou falando "olha safado como a minha buceta engole o seu pau todinho, tá vendo? vai me comer assim sempre, né? seu safado filho da puta...come minha xaninha gulosa..."

O ritmo era muito gostoso...as vezes eu parava um pouco e ela dava uma rebolada muito foda. Depois de meter por uns 10 minutos assim, eu falei que ia gozar...

Ela se virou de costas e falou "faz igual ao pedreiro!". Eu na hora aceitei e meti fundo na bucetinha dela por trás enquanto a apertava na parede. Depois eu não aguentei e comecei a gozar muito enquanto ela gemia baixo e gozava junto.

Depois desse acontecimento a gente vivia trepando pela casa. Ela sempre que podia ia no meu quarto de madrugada pedindo pra eu enxer a bucetinha dela de porra já que ela amava isso. Falava que ela era uma putinha de família e que eu era um tarado que vivia se aproveitando dela só porque ela gostava de dar a xaninha. Em outra ocasião o meu pai saiu em viagem e a gente passou 3 dias fodendo muito. Até faltei no colégio só pra ficar comendo ela. Foi sexo em todo canto da casa... Até mesmo lá na pia de novo sempre na mesma posição com ela rebolando muito e a gente xingando muito um ao outro.

Quando o meu pai tava em casa, ela usava umas roupas não muito provocantes, mas boas o suficiente para encoxar e ficar dando roçadas nela. às vezes ela tomava coragem e usava o shortinho que delineava perfeitamente a buceta dela. Isso me deixava doido.

Quando meu pai não tava por perto a gente se agarrar e eu ficava esfregando o meu pau nela enquanto ela se mexia bem gostoso e sussurrava perguntando como eu ia comer ela naquele dia...Se a bucetinha dela era gostosa mesmo pra eu querer gozar sempre no fundo dela...Falava que ela era muito putinha e que era pra eu levar amigos meus lá pra comerem ela...

Infelizmente isso só durou por uns 8 meses porque meu pai me mandou pra morar em outro estado na casa de parentes. Ele queria que eu estudasse num colegio de lá.

Hoje eu me dou super bem com a minha mãe ainda e ela é minha maior conselheira sobre as minhas namoradas. Agradeço por tudo que aconteu e não tenho vergonha de nada.